sábado, 30 de julho de 2011

Primeira pagina do "Relicário"...Antes sonho, hoje uma realidade!

ATÉ QUANDO EXISTE VIDA, EM SE VIVER?
O QUANTO VALE A PENA PAGAR PRA SER FELIZ? SERÁ QUE O DINHEIRO COMPRA A FELICIDADE?
E SE COMPRAR, OQUE FAREMOS DEPOIS?
TALVEZ ESTEJAMOS SEMPRE EM UMA BUSCA PELA FELICIDADE, PORQUE ELA NÃO EXISTE DE FATO, TALVEZ A FELICIDADE SEJA COMO O POTE DE OURO NO FIM DO ARCO-ÍRIS, OU NÃO EXISTE TAMBÉM A PROBABILIDADE DA FELICIDADE ESTAR CONTIDA EM PEQUENOS MOMENTOS, DESSES QUE PASSAMOS TODOS OS DIAS, DAS BANALIDADES DO COTIDIANO, MAS QUEM SABE DE FATO OQUE É SER FELIZ, QUEM É FELIZ DE FATO?

Quando crianças, éramos três amigos inseparáveis, mas nada era fácil pra mim, por estar entre dois meninos, mas eles não me olhavam desta maneira, me tratavam como se eu também fosse um homenzinho.
Eu gostava do jeito com que nos relacionávamos apesar de não me tratarem diferente por eu ser uma mocinha, eles me davam algumas regalias, não deixavam ninguém me bater, ou tomar minhas coisas, quando brincávamos de pique-esconde, queimado, pique bandeira entre tantas outras brincadeiras eles sempre me escolhiam, éramos como unha e carne.
Nem me lembro quando os conheci, sei que o Paulo (preguiça) tinha ido morar lá na rua de casa já fazia muito tempo, e o branco eu já conhecia acho que dez de sempre, no inicio minha mãe não gostava de me ver com eles, mas depois a amizade foi ficando tão, tão, tão forte que já não dava mais para separar.
Nós não tinhamos plastation, computador, celular, tv a cabo ou coisas do tipo, nossa vida era bem diferente,  diversão era de outra maneira; acordavamos as 7:30 e esperavamos até a hora de assistir Priscila e seus latidos na Tv Colosso, e depois de uma manhã de muita diversão iamos para a escola, quando voltavamos nos deliciavamos com os animes exibidos pela tv manchete. Naquele tempo a infancia era mais doce, a vida mais simples e o futuro resplandecente.